Halloween

Omelete:

"Os fãs de Ferris Bueller – o maior personagem da história do cinema, pelo menos no acervo da Sessão da Tarde – vão reencenar a cena clímax de Curtindo a Vida Adoidado hoje, em Nova York, durante a Parada de Halloween do Greenwhich Village.

Os organizadores dizem que têm mil voluntários, uma banda e um inflável prontos para começar, às 19 horas (horário local), o que chamam de "maior coro para uma música dos Beatles do mundo". Para quem não lembra do filme, a apoteose do dia-de-matar-aula de Bueller é liderar centenas de pessoas nas ruas cantando "Twist and Shout".

Os organizadores do Projeto Bueller dizem em seu blog que deixaram uma carta na porta da casa de Matthew Broderick, o ator que interpretou Ferris há 22 anos, falando do projeto e convidando-o para dançar junto. Se ele vai aparecer, só dá para saber na hora."

Gente.

Hoje eu fui na 25 de março comprar maquiagem pra desfilar de zumbi na micareta de finados conhecida como Zombie Walk, afinal, ano passado, eu ter ido sem fantasia e chegado atrasada foi toda a razão de ser do meu roteiro de tcc, mas esse ano não dava pra passar.

No caminho eu pensei que ia ser que nem quando meu avô e minha mãe me levaram pra comprar peru de natal no supermercado em Vinhedo no dia 24. Eu tava com tanto medo que fiquei lendo jornal no carro e vi que o Joe Strummer tinha morrido.

E foi assim.

Nem pela 25 em si, mas pelo fato de que a 25 inteira estava em UMA das lojas de fantasia da ladeira, mas, sabiamente, não da outra. Mas o melhor é o que está escrito na tinta: "indicado para torcedores, atores, palhaços e estudantes".

Faz você pensar, não?


Dancing in the Dark

Sabe aquelas músicas que vc fica caçando por anos?
Quando eu era menor, era mais emocionante, pq tinha que esperar tocar no rádio (!)
ou qdo eu era menor ainda, nem sabia falar inglês.

Mas eu sempre tô atrás de alguma música.

Depois da internet, minhas caças ficaram mais curtas. Até toca no rádio, mas aí dá pra eu vir aqui procurar rapidinho, baixar e tal.

Mas essa versão de Dancing in the Dark ... gente eu ouvi isso no rádio uma vez há uns dez anos, dormindo, vi que era diferente porque tinha umas vozes de fundo, mas nunca mais!

Eu passei anos procurando essa versão, mas nunca soube como. E hoje, não sei se foi de fazer tcc o dia inteiro, mas meio que veio, baixou em mim, "vai no youtube e digita isso"
puf!

Abba.

Dificilmente eu tenho tanta coisa pra falar do Abba quanto do Ah-a, só que fala fundo com a minha alma.
Mas aí, não sou só eu.
Se não fosse o Abba, não teriam feito Priscilla.
O Erasure tem mais covers do Abba do que músicas próprias.
Amantes de karaoke, como eu, ao redor do mundo.
E Mamma Mia!
que é a maior prova de amor ao musical
(depois do assassinato que foi Across the Universe)

Não sei explicar.
São músicas de por pra fora, não pra ficar pensando dentro, e em ritmo disco ainda.

Eu adoro brincar de musical, tipo fazer uma limpeza geral ou um longo caminho cantando
- mas cantando com atuação -
sozinha claro,
como se tivesse fazendo aquilo que as pessoas odeiam, levantar e cantar do nada.

Tipo fazer tcc brincando de Mamma Mia!

obra x minha obra

Eu não queria dizer nada até agora, mas eu acho que essa obra aqui da frente está me enlouquecendo.
Se vcs pudessem ouvir o barulho medonho deste momento. Não é nem que é alto, mas é tipo um arranhão constante, uma máquina fazendo um esforço enferrujado sem parar.

E eu aqui, ao mesmo tempo pedindo forças pra aguentar olhar pra esse TCC que tá 99% pronto, e querendo nem sair à tarde pra poder terminar logo.

Ninguém nunca lembra que essa música é do A-ha


Crying in the rain


I'll never let you see
The way my broken heart is hurting me
I've got my pride and I know how to hide
All my sorrow and pain
I'll do my crying in the rain

If I wait for stormy skies
You won't know the rain from the tears in my eyes
You'll never know that I still love you so
Though the heartaches remain
I'll do my crying in the rain

Raindrops falling from heaven
Could never take away my misery
But since we're not together
I'll wait for stormy weather
To hide these tears I hope you'll never see

Someday when my crying's done
I'm gonna wear a smile and walk in the sun
I may be a fool
But till then, darling, you'll never see me complain
I'll do my craing in the rain

A-ha

Ultimamente, eu ando meio não "podendo" com música.
Ao mesmo tempo em que estava passando os posts antigos do fotolog pro blog, me deparei com um post de janeiro de 2007 em que eu tinha passado uma tarde na eca vendo clipes do Information Society e também do show deles do Rock in Rio de 1991.
Na verdade isso me lembrou, apesar de eu não ter registrado, que eu vi alguns vídeos do A-ha no mesmo Rock in Rio naquele dia. E eu digo sem a menor sombra de dúvida: foi um dos melhores shows que esse país já viu.
(digo país pq passou na globo rs)

Não só o Morten Harket era o homem mais bonito do mundo, mas o melhor cantor também, inclusive ao vivo. O som e a técnica são impressionantes. Junte isso ao Maracanã lotado cantando o refrão de Hunting High and Low depois que a música acaba, a pedido dele.

Me faz pensar o que eu faria pra estar na grade daquele show.
1991 era uma época diferente, o mainstream era diferente. Pra vc ser ouvido, tinha que estar no mainstream, gravadoras e tal. Mas pelo menos, uma vez lá, todo mundo te ouvia, então o mundo inteiro ouvia a mesma coisa. Não é à toa que o Maracanã inteiro cantou todas as músicas.
Agora, quem lota estádio? Só quem lotaria estádio naquela época.

E olhe lá, porque o A-ha mesmo eu vi no Creditcard Hall em 2002. E a situação era a seguinte: uns 25% da pista lotada de gente se amassando da grade, o resto vazio, e a galera mais abastada nos camarotes, todos cheios.
Não muito diferente do Klaxons no Tim Festival. Só que em vez de 25%, eram umas 25 pessoas tomando chuva pra ficar na grade e o resto de boa esperando pra entrar debaixo da marquise.

Do mesmo jeito que o Klaxons não faz parte do mainstream, o A-ha também não, mas quem mudou foi o mainstream, não o A-ha.
A banda continuou fazendo o mesmo som deles até hoje, e sim, eles têm álbuns nos anos 90 e nos anos 2000. Eles são muito de boa, eles são nórdicos!
A maioria das bandas dos anos 80 das quais a gente não ouve mais falar são aquelas que tentaram seguir o mainstream e se ferraram, porque eram temporais. E estou falando sim do Duran Duran. Eu.
Posso até gostar do Duran Duran mais do que do A-ha, mas nunca os defenderia como defendo o A-ha. O Duran Duran precisa de seguidores, o A-ha nunca fez seus fãs passaram por crises existenciais quanto à sua qualidade.

O Duran Duran virá tocar no Via funchal, e em 88 tocou no Hollywood rock, não preciso dizer mais nada.

Essa dissolução de shows de estádio para lugares menores é a melhor coisa que já aconteceu pra música. Primeiro porque uma vez tendo que estar na grade de certos shows, eu prefiro muito mais estar num pequeno do que no Maracanã. Estádios agora só na arquibancada, depois do life and death que foi o U2.
Mas falando sério, a dissolução, a variade, o alternativo, o myspace, o graças a deus, são o futuro!
As pessoas não ouvem as mesmas coisas mais, e isso é ótimo. É um alívio saber que a música anda pra frente.
Por outro lado, quanto mais diferente a música vai ficando por baixo do pano, mais igual o mainstream fica. Mais igual do que boy band nos anos 90.
Não sei se porque eu acordei e vi um clipe da Miley Cyrus finalmente e achei que era... umas outras 5 cantoras que também ouço falar direto, ou porque tem uma coisa que lota o estádio sim, e é o High School Musical, mas fiquei com isso na cabeça.

Não só o A-ha nunca fez os fãs passarem por nenhum crise, tristes por eles nunca tocarem em estádios de novo, como o show de 2002 é um dos, senão o show que eu mais lembro de ter visto. Mas visto e gostado, lembro até da ordem de algumas. E tocaram tantas músicas antigas quanto recentes, assim como o público acompanhava todas.

E é um show favorito sem afetação, porque eu sou a primeira a me descabelar na época de qq show dizendo que vai ser o show da minha vida e que eu não vou voltar viva (né). Mas o que ficam são sempre os não planejados...

Meu wallpaper novo

é o desenho do Morten Harket, no clipe de Take on me.
Não por acaso (nesse blog nada é por acaso), alguns dias antes de eu ver o clipe no Top Top de "clipes inovadores" na mtv, eu meio que redescobri ele um dia na tv, e sabe quando sobe aquela coisa que vc tinha perdido, mas nunca esqueceu?

Mas aí, quando a mtv descreveu ele como "o amor impossível entre a mulher na vida real e o homem rabisco de quadrinho"... não resisti, virou wallpaper.

Nasceu!

Nasceu! Nasceu! Nasceu!
O filho da Carol e do Jardel!