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Johnny Hooker + Arcade Fire = fds

Sabe a fase folk do indie?
ACABOU

Eu desconfiei quando vi o Walk The Moon pela Primeira vez, e aí acho que eu parei de reparar.

Mas vendo Johnny Hooker, Liniker e Arcade Fire me caiu a ficha.
Nem o que foi folk tá folk e muito menos o que apareceu agora.

O Johhny Hooker eu tô apaixonada, eu nunca vi no meu lifetime um artista brasileiro tão mágico e brasileiro surgir. Parece coisa dos anos 60.

Fora que ir num show com o Thiago e o Vitor, e ficar na grade, sair as 5h da manhã foi muito 2007.

E o show do Arcade Fire, foi o show do Arcade Fire. Finalmente.
Revivi 2005, 2006, 2009, 2010, 2014 e todos esse anos me ajudaram a lidar com 2017.

Quando tocou Ready to Start abriu um buraco na mente

Devo e Arcade Fire em Chicago

Ô sofrimento!

no dia seguinte teve "Smart Patrol/ Mr. DNA" e "Mongoloid"






sonho do mapa do Brasil

Eu sonhei que o Arcade Fire tinha me pedido pra contornar um mapa do Brasil que era do dobro do meu tamanho, de madeira, com luzinhas de natal, para o show.

o que vimos no lollapalooza

Além de almas penadas circulando pelo inferno, tristeza e mágoa













Chica Banda - Café Tacvba
11th Dimension e Take it or Live it - Julian Casablancas
(e eu sinceramente não lembro o resto de tão ruim que tava o som)
Radioactive e Demons - Imagine Dragons
(as que a gente conseguiu dicernir)
Lisztomania e Lasso - Phoenix
Royals - Lorde
Nine Inch Nails inteiro
Muse inteiro

E no dia seguinte

















Shut Up - Savages
Vampire Weekend inteiro
Black Hole Sun e o começo do show - Soundgarden
Arcade Fire inteiro
Temptation - New Order


Sonho do Win Butler e os gatos caolhos

Ando sonhando muito com meus avós e o sítio. E com o que mais for junto. 
Tipo o Arcade Fire estar se hospedando para o Lollapalooza no sítio e dois gatos caolhos da Aline morarem lá.
Eu fiquei ensinando o Win Butler como se sambava, usando a versão do Arcade de "Brazil". Nível épico de engraçado.

Mas a parte dos gatos foi a maior. Um deles era muito fofo e o outro muito arisco. O arisco nunca saía de perto e eu passei o sonho inteiro apaixonada pelo fofo e tentando impedir que ele fugisse. 

Depois, em outro sonho, o Mário, meu avô e eu fomos visitar o curintinha na casa do Leandro. E na hora da foto, o menino desmelinguido não virava pra frente no colo do mário, e o Leandro ficava querendo botar ele direito rsrs. 
Nisso meu avô, no sofá, estava preocupado com a hora (mas não muito) e ficou tirando selfies com o celular fazendo careta de preocupação rsrs. 
Fui procurar no facebook dele e vi que além da foto só tinha posts de horta e plantação :)

that was the day

Eu fiz meu segundo teste de vt na agência hoje, outra vida.
Metade das pessoas, o dobro do tempo, mesmo tendo que entrar na madrugada.

Então fiquei eu, e o Rdio aqui, de noite, no escuro, com o Leandro me contando sobre o Gone Home no whatsapp.
Sem gato nem cachorro.

Pra compensar o medo, eu devo ter ouvido o que tem de melhor na pasta Laura, mais Paralamas do Sucesso, o que eu repeti no estúdio amanhã com o show de 30 anos na íntegra.


Um forte candidato à show do ano.

Outra coisa que eu fiz foi ouvir os discos novos que eu não tinha ouvido ainda e estava enrolando. MGMT, Cut Copy, Franz Ferdinand, Strokes e Arcade Fire. Ou seja, a década passada em uma só tentativa de entrar na nova década.
Esse ano ainda teve novo do White Lies, Midnight Juggernauts, Killers, CSS e Yeah Yeah Yeahs.

Perguntei se no céu toca indie e morri né?

Se eu conseguir tirar uma música incrível de cada um vou ficar feliz, inclusive é o que eu estou tentando agora.

Não esse ano, esse vai acabar com coisas novas, com um emprego novo e um desktop do Mark Ronson ao som de Café Tacvba.

Vou falar, desses todos o CSS é o melhor, o Franz é bom, o Midnight e o Cut Copy são os mais animados (pq a Austrália né), e o White Lies tem o melhor single: Getting Even.

Acho que esse dia de hj, em que eu fiquei com 400 reais na conta e continuei feliz e equilibrada foi o ponto alto do ano.
Só me salvem de ficar ouvindo tanto Paralamas assim.

reflekting

Sabe o que eu reparei?
Que toda vez que o Arcade Fire lança uma música nova, alguma coisa acontece.
Quando saiu Reflektor eu arranjei um freela, quando saiu Here Comes the Night Time eu arranjei o estúdio, e agora saiu Afterlife e eu me demiti.

Só pra eu ir me preparando: o álbum inteiro sai semana que vem.

five years forever

Eu ainda fui ver uma peça com a Carol, olha o nome "Trilhas sonoras de amor perdidas".

Tava só amando nos 15 primeiros minutos, até a moça falar no meio de um monte de bandas que ela gostava de The Replacements. Aí eu comecei a chorar cena sim, cena não.

E agora, graças a essa peça eu voltei a ouvir Arcade Fire, que há um mês extamente me dá nós no estômago.
Fui procurar uma música do David Bowie que toca na peça e tinha uma versão junto com o Arcade Fire.

Tô com uma necessidade muito grande de fazer a lista das músicas que vão tocar no meu funeral.

wake up

Não que não fosse uma questão de tempo, mas às vezes eu esqueço que quem me apresentou o Arcade Fire foi o Flávio.
Não porque ele gostava da banda em si, mas porque ele gostava muito de Wake up.

E daí veio Rebellion (Lies) e só depois veio o cd inteiro, Funeral.

E eu não lembro disso com muita frequência, porque tirando Rebellion e Power out, eu não escuto o resto do Funeral desde 2006.
Não é nem porque é ruim, pelo contrário, é porque é pesado demais, e marcou uma época igualmente pesada.

Quando teve o show ao vivo pelo youtube há um tempo atrás, eu ouvi uma daquelas Neighborhoods, a que tem "...Alexander, our older brother...", e nossa.
Quase inventei viagem no tempo.

Hoje tinha esse vídeo na popload.
Wake up em Reading 2010

Eu até pensei: "ah preferia Rebellion". Não sei, parece que eu tenho medo dessas outras músicas do Funeral. É tipo um Jagged Little Pill.

Chorei meu, aqui no meio do trabalho.

Não importa o que tenha acontecido no fim de semana, no que eu dormi pensando, no que eu vim pra cá pensando, no filme que eu vi, tem alguma coisa na música do Arcade Fire que me tirou da vida.





Neon Bible no elevador


***

eu em 2011
não importa mesmo, pq eu não faço idéia mais do que seja.
o que é bom.

everybody! "one day they..."

"... will see it's long gone"

Quando eu acordei ontem, não sabia da existência de muitas coisas.

Aí, durante o dia, eu vi não só um episódio de Vida de Garoto, como um vídeo de um tal de Felipe Neto falando mal dele, uma manchete dizendo que o Felipe Neto tinha sido indicado ao vmb como webstar, e um vídeo de uma menina falando mal do Felipe Neto por ele ter falado mal do Vida de Garoto. Ufa.

Ah, e um vídeo de umas meninas que foram entrevistadas na FLIP, não pq elas tem 63 anos de idade, mas porque elas moram em Paraty.
E gostam muito do Felipe Neto.

De repente, eu voltei pra Terra depois dessa avalanche, olhei em volta e dei graças a deus por ter 26 anos, zero tempo livre, ter meu emprego, meu 4º namorado, e estar ouvindo o álbum novo do Arcade Fire.
Só as músicas que eu gostei, as que eu não gostei, deixei de lado.

Parece que além de exercer a adolescência, há uma outra atividade intensa em torno de zoar (não criticar, zoar) a adolescência.
E enquanto são os adolescentes que fazem isso, tudo bem, faz bem.
Mas ai.

Achei esse Felipe Neto meio velho. Ainda mais se ele ouvia Legião na juventude, como ele disse.

Se a pessoa tem mais de 18 anos, ela já podia ver que o mundo não se divide entre quem gostou de Crepúsculo e quem odiou Crepúsculo. Deixa isso pra quem é o público alvo de Crepúsculo.

Dizer que a Bella é a personificação das inseguranças femininas e por isso é um personagem de fácil identificação é justificar o argumento do livro, e não revelar nenhum grande segredo.

Eu, por exemplo, nunca tinha visto nenhum, aí quando estreou o terceiro, resolvi ver os três. Porque eu adoro fazer parte do assunto.
Achei a história em geral linda de morrer, romântica até doer, o segundo filme muito ruim e o terceiro o melhor.
E como eu não ia esperar pra ver o final (ainda mais tendo sofrido a perda de Lost recentemente), li na wikipédia. E pelo que eu li, verei os filmes quando saírem.

O público alvo que eu sou é da temporada segundo-semestriana de shows.
Não durmo de ansiedade.
Mas é muito fácil chegar minha mãe e fazer um vídeo me zoando por querer passar o dia na fila do show do Rush.

De que adianta xingar aquela merda daquele Vida de Garoto de vazio e revelar como se fosse outro grande segredo que as meninas só assistem porque os garotos são bonitinhos, se é assim que elas vão ser quando mulheres, mães e avós?
Eu assistia show de calouros da Vovó Mafalda com 4 anos pq achava os meninos bonitnhos.
E assistia Queer as Folk ano passado porque achava o Brian Kinney bonitão.

Como se mulher tivesse que ter algum talento extra pra homem pagar pau.

Como se, se os meninos bonitinhos cantassem, não ia ter alguém pra falar mal. Dançassem, idem.

Como se não fosse mais fácil fazer sucesso com as menininhas de 14 do que com as de 24.

Como se muitas coisas...

a perspectiva

Tô vendo, ao mesmo tempo, o show do Strokes, da Lady Gaga e do Cut Copy no Lollapalooza, o tal do Arcade Fire no Maddison Square Garden e ainda averiguando porque o Lucio Ribeiro disse que o Arcade Fire pode vir pro Brasil ainda nessa temporada.

Adoro fim de semana de festival internacional.

:S

Vi o vídeo de Power Out com Rebellion (Lies) agora, tô até chorando.
Eu vou pra qualquer lugar pra ver isso ao vivo, até pra Itu.

Aliás, se o Cut Copy vier um dia, eu estarei lá, 47 horas antes do show.
Dizendo que eu vejo muita verdade naquelas música de balada deles, chorando as pitangas!