Bruce Springsteen toca Purple Rain
E a turnê The River que virou um um serviço de homenagens póstumas do Bruce Springsteen?
Mostrando postagens com marcador bruce sprinsgteen. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bruce sprinsgteen. Mostrar todas as postagens
política para quem precisa
"Starting with an approving nod to the absence of androgyny in Bruce’s image. All of which clarified Will’s vision of Bruce as a “wholesome cultural portent” whose own rags- to- riches story proved the conservative belief that no amount of socioeconomic privation could stand in the way of hard, honest, nonunionized work. That Bruce’s extraordinary success was a result of otherworldly talents unavailable to virtually everyone else on the planet did not occur to Will"
"The situation grew even more complicated a week later, when Reagan made a campaign stop in Hammonton, New Jersey, and ingratiated himself to the southern Jersey crowd by declaring that “America’s future rests in a thousand dreams inside your hearts; it rests in the message of hope in songs of a man so many young Americans admire: New Jersey’s own Bruce Springsteen. And helping you make those dreams come true is what this job of mine is all about.”
"The Democratic nominee for president, former vice president Walter Mondale, took advantage of Reagan’s political overstep by declaring that Bruce “may have been born to run, but he wasn’t born yesterday.”
deliver me from nowhere
"The River tour ended with two shows in Cincinnati in mid-September 1981, after which the entire band traveled to Hawaii to celebrate Clarence Clemons's wedding (...).
Returning to his latest rental house in New Jersey, he contemplated the posttour silence with mixed feelings.
Finally flush with the long delayed rewards of rock stardom, he had the financial freedom to do virtually anything he could imagine. Except for that he couldn't imagine anything he wanted to do other than to write and record a new album, or be on the road (...).
'It was definitely a closing to a certain earlier section of my life, the initial section of the traveling and touring and those early records,' Bruce says. 'There was more contemplation. I was thirty or thirty-one, and something turned me back around toward my early childhood. that moved me into Nebraska, so that was pretty telling. I'm not sure what brought that music around, really."
Probably the same thing that compelled him, night after night, to climb into his car and drive the streets of Freehold, visiting the empty space on Randolph Street, where he had once lived with his grandparents; the duplex on Institute Street where he had been a schoolboy; and then the duplex on South Street where he'd lived as a teenager. He has no idea what he was looking for, Bruce admitted later. But that didn't stop him from going back."
Returning to his latest rental house in New Jersey, he contemplated the posttour silence with mixed feelings.
Finally flush with the long delayed rewards of rock stardom, he had the financial freedom to do virtually anything he could imagine. Except for that he couldn't imagine anything he wanted to do other than to write and record a new album, or be on the road (...).
'It was definitely a closing to a certain earlier section of my life, the initial section of the traveling and touring and those early records,' Bruce says. 'There was more contemplation. I was thirty or thirty-one, and something turned me back around toward my early childhood. that moved me into Nebraska, so that was pretty telling. I'm not sure what brought that music around, really."
Probably the same thing that compelled him, night after night, to climb into his car and drive the streets of Freehold, visiting the empty space on Randolph Street, where he had once lived with his grandparents; the duplex on Institute Street where he had been a schoolboy; and then the duplex on South Street where he'd lived as a teenager. He has no idea what he was looking for, Bruce admitted later. But that didn't stop him from going back."
bruce springsteen by eric meola
link
"Eric recalls: "The day after Elvis died, we flew out to Utah to shoot for Darkness on the Edge of Town, and after driving all night through towns with names like Beowawe, Winnemucca and Valmy, I remember trying to fall asleep one night in Elko; but it wasn't easy, laying on the hood of the Ford Galaxie we had been driving across the desert, with dogs howling somewhere in the distance."
O que não contam é que o Bruce tinha ingressos pra ver um show que o Elvis faria no Madisson Square Garden dali a um mês e ficou devastado com a morte dele. Super gente como a gente.
The Promisse
Bruce Springsteen, depois de atingir fama e reconhecimento com o seu terceiro álbum Born To Run, estava subindo em cima da mesa e chutando portas, sabe por que?
O empresário, que pôs dinheiro do bolso pra conseguir produzir os primeiros discos no início. estava roubando contratualmente os lucros, e o Bruce não tinha ideia.
O cara nem tinha a intenção no começo, pois ele largou o emprego pra ser empresário do Bruce, e nem tinha noção de como fazer isso na época, mas o advogado dele fez o contrato mais aproveitador possível.
O empresário podia resolver isso sem prejudicar ninguém, mas ele foi adiante porque estava com ciúme do envolvimento do Bruce com um jornalista e também produtor, que fez a imagem e o som dele no Born To Run. E considerando tudo isso, o Bruce ainda conseguiu achar nele pra refazer todo o contrato, e deixar o cara como produtor somente, ia achar outro empresário, renegociar os lucros e manter o cara perto.
Ele topou. E no dia seguinte mudou de ideia e mandou a parceria com o Bruce pro vinagre, porque o pai dele falou que se não fosse pra tirar vantagem, não valia a pena.
Então os dois se armaram de advogados, e partiram pra batalha. O Appel processando o Bruce por começar a fazer outro disco sem ser com ele como produtor e outras quebras de contrato, e o Bruce por fraude e outras obscuridades contratuais.
Só que o Bruce não sabia se portar legalmente, e subia nas cadeiras e chutava portas. Nem os advogados dele, por melhores que fossem, sabiam lidar com alguém que não entendia de jogadas legais. Então ele trocou de advogados e esses bolaram uma estratégia mais adequada a ele: tornar a quebra de contrato uma quebra de relação. Porque segundo o livro, o Appel estava levando como briga judicial, que, se resolvida iria por as coisas no lugar. Então instruiram o Bruce a não olhar mais pra ele e soltar os cachorros do jeito certo, afirmando sempre que ele se sentia traído, que nunca mais ia ser igual, que não queria mais trabalhar com o cara.
Além de fazer tudo isso, ele ainda fez algumas músicas novas sobre a situação, entre elas, The Promisse.
O empresário, que pôs dinheiro do bolso pra conseguir produzir os primeiros discos no início. estava roubando contratualmente os lucros, e o Bruce não tinha ideia.
O cara nem tinha a intenção no começo, pois ele largou o emprego pra ser empresário do Bruce, e nem tinha noção de como fazer isso na época, mas o advogado dele fez o contrato mais aproveitador possível.
O empresário podia resolver isso sem prejudicar ninguém, mas ele foi adiante porque estava com ciúme do envolvimento do Bruce com um jornalista e também produtor, que fez a imagem e o som dele no Born To Run. E considerando tudo isso, o Bruce ainda conseguiu achar nele pra refazer todo o contrato, e deixar o cara como produtor somente, ia achar outro empresário, renegociar os lucros e manter o cara perto.
Ele topou. E no dia seguinte mudou de ideia e mandou a parceria com o Bruce pro vinagre, porque o pai dele falou que se não fosse pra tirar vantagem, não valia a pena.
Então os dois se armaram de advogados, e partiram pra batalha. O Appel processando o Bruce por começar a fazer outro disco sem ser com ele como produtor e outras quebras de contrato, e o Bruce por fraude e outras obscuridades contratuais.
Só que o Bruce não sabia se portar legalmente, e subia nas cadeiras e chutava portas. Nem os advogados dele, por melhores que fossem, sabiam lidar com alguém que não entendia de jogadas legais. Então ele trocou de advogados e esses bolaram uma estratégia mais adequada a ele: tornar a quebra de contrato uma quebra de relação. Porque segundo o livro, o Appel estava levando como briga judicial, que, se resolvida iria por as coisas no lugar. Então instruiram o Bruce a não olhar mais pra ele e soltar os cachorros do jeito certo, afirmando sempre que ele se sentia traído, que nunca mais ia ser igual, que não queria mais trabalhar com o cara.
Além de fazer tudo isso, ele ainda fez algumas músicas novas sobre a situação, entre elas, The Promisse.
I excel in everything
Ontem eu assisti a primeira parte da minisérie australiana sobre o INXS, a parte da ascensão e do sucesso.
Eu ia assistir de qualquer jeito, mas não estava botando muita fé. E olha, mudei de idéia.
Não sei aonde eles acharam aqueles atores, esse casting devia estar em preparação há anos na Austrália.
O roteiro é ótimo, e tudo é muito convincente. Estilo aquelas mini séries anuais da Globo.
Rapaz, eu pulei da cadeira agora.
Fiquei lendo vários feedbacks da série que saíram essa semana, e vi que houve um envolvimento grande, o guitarrista e o empresário foram produtores da série, e que em geral a recepção foi boa.
Ouvi o Kick e o X também, e não tem jeito, o Kick pode ser o London Calling do INXS, mas o X é o Sandinista e meu favorito.
Um CD que tem, em ordem, Suicide Blonde, Disappear e The Stairs.
Aí coloquei Don't Change pra ouvir, música que eu conheci porque o Mário viu o cover no show do Matchbox 20, e li essa notícia
***
Fiquei tão :S que nem consegui dar play ainda
***
O Raul Seixas é nosso Michael Hutchence
***
Tô morrendo
***
Ficou puro amor a música
Eu ia assistir de qualquer jeito, mas não estava botando muita fé. E olha, mudei de idéia.
Não sei aonde eles acharam aqueles atores, esse casting devia estar em preparação há anos na Austrália.
O roteiro é ótimo, e tudo é muito convincente. Estilo aquelas mini séries anuais da Globo.
Rapaz, eu pulei da cadeira agora.
Fiquei lendo vários feedbacks da série que saíram essa semana, e vi que houve um envolvimento grande, o guitarrista e o empresário foram produtores da série, e que em geral a recepção foi boa.
Ouvi o Kick e o X também, e não tem jeito, o Kick pode ser o London Calling do INXS, mas o X é o Sandinista e meu favorito.
Um CD que tem, em ordem, Suicide Blonde, Disappear e The Stairs.
Aí coloquei Don't Change pra ouvir, música que eu conheci porque o Mário viu o cover no show do Matchbox 20, e li essa notícia
Todo mundo ama o INXS,
é isso?
Agora é o Bruce Springsteen…
o boss Bruce Springsteen não deixou por menos e fez daquelas versões calorosas que só ele sabe fazer para “Don't Change'', faixa que faz parte do disco de estreia do INXS, “Shabooh Shoobah'', de 1982.
***
Fiquei tão :S que nem consegui dar play ainda
***
O Raul Seixas é nosso Michael Hutchence
***
Tô morrendo
***
Ficou puro amor a música
Assinar:
Postagens (Atom)


