Mostrando postagens com marcador strokes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador strokes. Mostrar todas as postagens

future present past

O Strokes lançou um ep que não é metade tão legal quanto à capa e o título.



abutres e pirateadores

O Julian Casablancas me salvou hoje.
Sério mesmo.
Como o mundo dá voltas, eu reencontrei indiretamente com o famigerado cara que não pos meu nome no documentário.
Não vi ele ainda, mas ele é dono de uma produtora na qual trabalha a namorada de um cara do meu trabalho. E isso revirou mais terra do que eu usei pra enterrar em mim.
Subi pelas paredes por uns dias. Queria sair contando pra todo mundo.
Aí eu desisti, porque era fofoca e eu tô tentando parar com o vício.
Até que hoje eu ia retomar. Não ia confar a história, mas ia mandar um abraço e se perguntasse eu ia mandar pedir pra ele contar... enfim.
A minha sorte foram duas. A primeira é que o meu colega não estava lá quando eu passei no fim do dia. A segunda é que tocou 11th Dimension no aleatório do iTunes na volta pra casa. E eu repassei, juro, o clipe inteiro na minha cabeça.
O muso de Xanadu falando pra eu perdoar mesmo quem não tá arrependido. 


tratado de paz interna

Estava eu aqui revendo se eu deveria ter misturado o new wave britânico com o americano na minha playlist do rdio, já me arrependendo e pensando em fazer tudo de novo.
Quando que eu vou ouvir Devo com Madness, e o Replacements que não encaixa com nada?
Eu nem tinha ouvido a playlist como playlist, no aleatório mesmo, com as músicas se misturando. Aliás, não fiz isso com quase nenhuma das playlists de estilo que eu montei.

Resolvi ouvir a New Wave hoje então, estranhando até que tocou Moon Rocks do Talking Heads, e depois Overpowered by Funk do The Clash, e eu de longe achei que era a mesma música. Qual não foi a minha surpresa.

Fez tanto sentido que eu até visualizei uma ponte de madeira entre a Inglaterra e os Estados Unidos, com o David Byrne e o Joe Strummer apertando as mãos no meio. Do oceano.




Mais tarde, no rádio, misturaram Juicebox com Cadillac.

that was the day

Eu fiz meu segundo teste de vt na agência hoje, outra vida.
Metade das pessoas, o dobro do tempo, mesmo tendo que entrar na madrugada.

Então fiquei eu, e o Rdio aqui, de noite, no escuro, com o Leandro me contando sobre o Gone Home no whatsapp.
Sem gato nem cachorro.

Pra compensar o medo, eu devo ter ouvido o que tem de melhor na pasta Laura, mais Paralamas do Sucesso, o que eu repeti no estúdio amanhã com o show de 30 anos na íntegra.


Um forte candidato à show do ano.

Outra coisa que eu fiz foi ouvir os discos novos que eu não tinha ouvido ainda e estava enrolando. MGMT, Cut Copy, Franz Ferdinand, Strokes e Arcade Fire. Ou seja, a década passada em uma só tentativa de entrar na nova década.
Esse ano ainda teve novo do White Lies, Midnight Juggernauts, Killers, CSS e Yeah Yeah Yeahs.

Perguntei se no céu toca indie e morri né?

Se eu conseguir tirar uma música incrível de cada um vou ficar feliz, inclusive é o que eu estou tentando agora.

Não esse ano, esse vai acabar com coisas novas, com um emprego novo e um desktop do Mark Ronson ao som de Café Tacvba.

Vou falar, desses todos o CSS é o melhor, o Franz é bom, o Midnight e o Cut Copy são os mais animados (pq a Austrália né), e o White Lies tem o melhor single: Getting Even.

Acho que esse dia de hj, em que eu fiquei com 400 reais na conta e continuei feliz e equilibrada foi o ponto alto do ano.
Só me salvem de ficar ouvindo tanto Paralamas assim.

até o chão

Estou pra ouvir o disco novo do Depeche Mode e o do Strokes.
Que venham as músicas do ano. No último disco do Depeche Mode, Wrong foi uma das músicas do ano de 2009, e Machu Picchu, do último disco do Strokes, foi uma das músicas do ano de 2011.

músicas novas

Música nova do Depeche Mode - já amei

link

Música nova do Strokes - é oposto da música do Depeche Mode. Precisa morrer e nascer de novo.




why why why

Quase não saio da cama hoje, já que eu não vou trabalhar no primeiro dia de lugar novo mesmo. Coincidência.

Ontem eu fui dormir revirada, e acordei mais ainda.
Eu pelo menos descobri uma razão boa pra chorar, algo pelo que vale a pena ter medo: as coisas inevitáveis.
E não tô falando da morte, mas sim de coisas difíceis que eu sei que eu tenho que fazer, que são ridículamente difíceis e eu poderia ter o mundo do meu lado caso escolhesse não fazê-las, mas que em algum momento do futuro eu já estou fazendo...
Esse negócio de não chorar tava me incomodando, na verdade o fato de eu ter voltado a chorar depois de um mês. Mas vendo por esse lado das coisas inevitáveis faz sentido, eu passei um mês justamente não fazendo nada difícil rsrs, naquele esquema de trabalhar pra esquecer da vida.

Mas na minha cabeça as coisas se passam assim.
Por que o Oasis ficou ruim, o Liam virou um mala e 15 anos depois daquele cd eu estava bufando na platéia assistindo Beady Eye só pra esperar o Strokes?
Desejando secretamente que eles realmente tocassem Champagne Supernova, já que todas as músicas pareciam com ela.

Por que minha amiga ficou tão... estranha pouco tempo depois de 1996?
Minha vida adolescente demorou tanto pra engatar depois daquele ano, que não engatou. O próximo ano que eu realmente gostei foi 2002.

Por que o primeiro show que eu assisti do Strokes foi exatamente 10 anos depois de eu comprar Is this it, que foi o último cd que eu comprei na vida?

Por que eu sofri bullying no swu e provavelmente perdi um amigo justo por causa do show do Duran Duran?

A resposta para essas e outras questões você confere aqui neste blog, a partir de agora.
Só que ao contrário.

Planeta Terra 2011

Gente.
Não foi o melhor dia do ano, mas foi o mais foda.
Aconteceu uma coisa hoje que até deus duvida.
I'll remember the 5th of november.

Não tem como eu postar com palavras, mas basta eu lembrar que eu estava mal ontem, na festa onde Eduardo conheceu Mônica, e continuei mal hoje, cochilando em casa.
Fui pra Paulista encontrar os meninos e quando desci do ônibus eu falei pra mim mesma "não vou fazer isso" e aceitei.

E aí! Aconteceu! Que nem mágica! Tudo!
Quem me viu na rua achou que eu tava louca.

Depois começou o dia de um Terra como ele tem que ser, encontrei os meninos, depois encontrei uma amiga da fila no ônibus!
Lá no playcenter mesmo eu encontrei uma menina que também não tinha conseguido ingresso.
Esse semestre foi uma Febre de Juventude a longo prazo, ninguém que tava lá comprou ingresso oficialmente, mas todo mundo foi.

Aos shows.
A gente chegou quando a Nação Zumbi tava tocando, gostei muito, achei animadíssimo apesar de não ter visto oficialmente.
Depois fomos em todos os brinquedos de uma vez e fomos ver White Lies, que tava bem ok.
Foi a banda que tocou no por do sol, o que é sempre bom.
Depois mais brinquedos e Interpol.
Pausa pros brinquedos do Playcenter na velocidade 6.

Que medo.


Voltando, o Interpol destruiu, foi o melhor show enquanto show, mesmo eu conhecendo só duas músicas. Principalmente por causa disso.
Nossa, eu entrava em umas viagens profundas dançando de olho fechado ou olhando pra aquele telão psicodélico.
Eu vim ouvir algumas músicas do White Lies e do Interpol agora no youtube, e voltou a ser um lixo.

Depois do show chegou aquele hora que chega em todo Terra: devo ir ou ficar?

Fiquei, e eles foram.
Fui me enfiando pra frente porque sozinha é mais fácil, e parei relativamente na frente do Liam, lugar  que eu não tava merecendo, de tanto que eu não gosto. Masssss, tava lá, fazer o que.
Ouvindo os "Oasis forever", Liam! Liam!"
Eu contei 3 músicas que poderiam (e deveriam) ser Champagne Supernova, até o fã da esquerda surtou achando que fosse.
Foi decente o show, pareciam as músicas do Oasis com outra letra
Tudo em nome de um bom lugar pro Strokes, porque eu sabia que ia lotar demais depois.
Sobrevivi ao Beady Eye e também a um teste pesado de claustrofobia na maior tranquilidade.
Eu tava sentada no limite das pessoas sentadas com as de pé, num buraco infotografável, todo mundo em cima um do outro, se um caísse quebrava o pescoço de 5.

E eu só pensando que foda, que fazia 10 anos que a vida tinha começado quando eu ouvi Strokes pela primeira vez, que metade desses 10 foram os últimos 5.
O show foi clássico do começo ao fim, todo mundo cantando, pulando e interpretando.
Tocou Machu Picchu, Heart in a cage, Juicebox, 12:51, You only live Once.
Eu saí de mim em Reptilia. Beijei o cara do lado. Chorei em Hard to Explain. Fui rock.


visão da divisão

Tô escutando Strokes como se tivesse estudando seriamente.
E acredite, essa prova vai chegar.

remember, remember, the fifth of november.

justiça

Eu tava voltando pra casa hoje no ônibus cansada, mas cansada como nunca na vida. Tô até meio religiosa. Não é nem sono, eu até durmo bastante, mas eu tava sentindo o esforço do meu coração pra bater. As pessoas falam e eu não entendo nada, dou uns spaced out.

Mas quando meu amigo, pessoa mais baladeira do mundo, colega de carona e agora de ônibus, virou pra mim e falou "tô cansado, vou pra casa", eu senti o perdão baixando em mim que nem uma luz.
Aleluia.

Depois dessas três músicas tocarem no shuffle nessa ordem, eu cheguei em casa com a sentença assinada.
Volantes - Um pouco disso
Late of the Pier - Space and the woods
The Strokes - Machu Picchu


Eu estou perdoada de qualquer assassinato ou atentato que eu tenha cometido de quintas feiras depois das 23h até sabados de manhã, DESDE QUE eu não use isso como desculpa pra causar de novo.
E o pior é que no meu caso a segunda parte é mais importante que a primeira.

strokes no planeta terra

Eu vou querer lembrar desse dia em 5 de novembro.
Paciência.