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Johnny Hooker + Arcade Fire = fds

Sabe a fase folk do indie?
ACABOU

Eu desconfiei quando vi o Walk The Moon pela Primeira vez, e aí acho que eu parei de reparar.

Mas vendo Johnny Hooker, Liniker e Arcade Fire me caiu a ficha.
Nem o que foi folk tá folk e muito menos o que apareceu agora.

O Johhny Hooker eu tô apaixonada, eu nunca vi no meu lifetime um artista brasileiro tão mágico e brasileiro surgir. Parece coisa dos anos 60.

Fora que ir num show com o Thiago e o Vitor, e ficar na grade, sair as 5h da manhã foi muito 2007.

E o show do Arcade Fire, foi o show do Arcade Fire. Finalmente.
Revivi 2005, 2006, 2009, 2010, 2014 e todos esse anos me ajudaram a lidar com 2017.

Quando tocou Ready to Start abriu um buraco na mente

it is useless to resist us


Eu vi um show do Information Society e o vocalista estava de patins.
Quando na vida eu achei que isso seria possível.
E ele anda mto bem de patins!

A festa da Toco - 20 anos sem Toco - foi surreal.
Eu era a pessoa mais nova de lá e teve 5 horas de festa antes do show.
E a festa começou de novo haha. Tocaram flashbacks dos anos 70, 80 e 90, aí passou um vídeo sobre a Toco, que tinha mais foto dela depredada do que funcionando. Depois desceram dois lustres mortais, metálicos, de pelo menos 30 anos de idade, e começou tudo de novo! 70, 80, 90...
Eu não conseguia entender o que tinha começado então que não tinha começado antes.

Tinha o pessoal do passinho, claro.

Teve Sweet Child O' Mine com o solo de guitarra cortado > <

 E então teve o show do InfoSoc.
Que começou com o som horrível, e pra ajudar o vocalista estava com uma máscara de pano. 

Ele sabia falar português, ele sabia o nome de cidades do Brasil, fingiu que não sabia onde estava, e falou até São José dos Campos. E terminou com AVENIDA PAULISTA.

Depois consertaram o som e foi fantástico ★★★
Tocaram Peace and Love Inc. de um jeito diferente e, em seguida Dominion.
O vídeo de fundo era muito bom.
Não sabíamos o que ia dar e deu certo. 

Kaiser Chiefs esquenta platéia de 20 mil

Mentira.
Mas foi  muito legal :D

Na minha depressão pós show estou até ouvindo The Future is Medieval.

Achei essa música Back in December, nem tocou no show, mas que graça







Lollapalooza 2016

I got in and I got out.

Foi tranquilíssimo e muito legal. Só de entrar pela porta da frente já mudou de cor.
Acho que o line up louco dividiu as multidões, parecia o meu dia do SWU de 2011.

Gostei do pouquinho do show do Bad religion que a gente viu














Achei o Of Monsters and Men um show bom













Amei o Tame Impala. Consegui entender por onde começar a ouvir.














Mas a ♡MARINA♡ valeu as 3 músicas do Family Jewels que cantou mas as outras 3 que eu gostei durante o show. É uma quantidade pequena de música com uma importância enorme pra mim.


















depressão pós-show

O show do a-ha no Rock in Rio foi muito preciso. Eu chorei de quinta feira até I've been loosing you, a primeira música do show, no domingo.
Eu chorei no intervalo antes do show inteiro, na chuva. Não acreditava que o a-ha tinha voltado e que ia tocar no Rocl in Rio. Era demais.
Tanto que assim que acabou o show, me bateu a depressão pós-show. Imediatamente.
Eu queria estar em casa, em São Paulo, mergulhada na mais profunda tristeza.



Queen no Rock in Rio

O show do Queen. Você tinha que estar lá.
Foi a melhor coisa depois do que deve ter sido no rock in rio de 1985.



Eu além, de ter gostado muito e achar inacreditável ver um show do Queen, ainda mais com o Mário, achei de uma seriedade a presença do Adam Lambert. E a postura dele também.
Ele não quer ser mais do que a banda ao mesmo tempo em tem que ser boa parte do show.
E ele canta tão bem, e as músicas são tão boas.
Foi do nível do show do Paul McCartney. Puro amor.

o melhor lollapalooza com o que foi dado


O lollapalooza desse ano foi um dos melhores dias de festival da vida.
Mesmo com a Marina cancelando o show no dia e mesmo a Marina sendo a razão de eu ir no lollapalooza. 
Eu chorei, postei e trolei por 5 intensos minutos, mas depois vamos lá.

Fizemos todo o caminho ginástico até o portão lateral escondido, e vazio, e ele ainda estava lá :D

Entrei perguntando pro mário porque tinha um monte de gente tirando foto da saída de emergência. Eram selfies.

Chegamos super a tempo de ver o Fitz and the Tantrums quase de cima do palco. E foi incrível, como eu achei que ia ser. Tinha um cara que tocava saxofone e teclado ao mesmo tempo, uma negona insana de vocalista.
Seguindo a minha teoria de shows de banda de um cd, eles fizeram um show esforçado e com covers. Um Sweet Dreams disco destruidor.

O melhor de festival é botar cara no som que a gente ouve.
Como por exemplo o Kasabian, que a gente começou a ver dos food trucks
Eu jamais gostei de Kasabian, mas sentando ali pra prestar atenção vi que, primeiro, são deles músicas que eu achava que eram do Arctic Monkeys (ponto negativo), segundo, o mário definiu o vocalista como um cara que abre sua geladeira pra pegar cerveja rsrsrs.
No meio do show veio um segmento 1998, com teclados do Depeche Mode, que eue achei bem bom. 

Depois vimos os 5 minutos finais da St Vincent, que foi estranho, e passeamos pela tenda dos chefs no caminho de volta ao palco do meio. Parecia a festa dos povos, principalmente porque com tudo que tinha lá de mais exótico, a maior fila era a do hamburger normal.
Comemos hamburger com geléia de bacon e abacaxi :D
Assistimos o Robert Plant inteiro, o que estava fora do plano quando tinha a Marina no line up. 
Achei bom, achei Going to California linda e achei os arranjos bem feitos pra abrigar o vocal range reduzido dele. De verdade.
O Mário dormiu um pouco nesse show, e eu consegui pegar um copo do festival. 
Voltamos para o palco da entrada para ver o Kongos e o Bastille.

O Kongos foi a maior surpresa boa. Primeiro porque eles são ótimos, são irmãos, iguais, e da áfrica. E fizeram cover de Come Together com um rapper :D
Gostei muito mais de Come with me now e vou colocar I wann know no cd do ano. 
Terminaram com Blue Monday, no mesmo palco em que eu não vi o new order ano passado (L).

O Bastille me surpreendeu pela cara, e pelo peso que tinha. Não sei porque, já que era o headliner rs. O vocalista é de uma afinação e cara de bom moço, que eu falei que é o a-ha da modernidade.
Muita menina chorando na grade, uma belezinha.
No meio de uma conversa nossa, começou um cover de No Scrubs, numa versão emocional em que ele repetia "at me" com carinha de coitado.
Teve uma música muito boa no meio que eu preciso descobrir qual é, e terminou com Of the night e Pompeii :D 
Eu não achei que fosse ouvir Of the Night ao vivo, me comovi. Me comoveria até mais se a gente não tivesse que sair correndo estilo F1 em Pompeii para tentar uma volta digna pra casa. 
Já deu pra ver que sim, estando na porta nos fogos e ultrapassando as pessoas na rua loucamente, dá pra entrar no trêm com integridade.

Mas estava incrível esse ano, menos gente, mais espaço pra andar, menos atraso pra chegar nos palcos, mais amor. 
Namorei e ri o dia inteiro, foi um dia de festival que eu não tinha há muito tempo S2____S2


um tchau ao Via Funchal

A primeira vez que eu fui no Via Funchal foi no Anglo Musical de 2001 haha.
E apesar de ter visto muitos shows lá, como Scissor Sisters na grade e New Order com Peter Hook, a primeira lembrança que me vem é a primeira vez que eu vi o Duran Duran ao vivo.
E a segunda, no dia seguinte.
Dois dias na fila, só pra ficar perto, sol e chuva, muitos fãs, muitas histórias.
Grandes degraus.

you've just crossed over

Gente, e essa foto comoção?















Eu e o Mário na mesma foto em 2006 
o.O

O pessoal do grupo do Azul estava desovando as fotos, no último dia de orkut, e eis que a imagem do destino surge.

Mais tarde na mesmo noite, fomos ver o Franz Ferdinand no Espaço das Américas, e foi ótimo. Estava vazio e de qualidade, um picnic indie senior.
Tudo que não foi nos últimos 3 shows.


defeat much?

foda.
Tá tipo 2011 e ontem me fez lembrar cono 2011 era realmente: uma montanha  russa. 
Comecei o dia muito bem, indo pro trabalho na chuva ouvindo Cut Copy, incólume. Almocei com o André e a namorada dele no asia house, até meio dia tava lindo o dia. Depois o drogado do trabalho me desestabilizou mto forte.
Aí depois de algumas horas eu consegui me estabilizar de novo, yey.
Chego em casa e o Mário me acorda 22h38 pra ir pro show às 23h, nay.
Mas o show era mais tarde e teve uma banda de abertura legal, e o show mesmo foi perfeito.
Passei muito mal em uma música e tive caganeira, quase desmaiei, então cedi e fui no banheiro no meio do show.
Mas apesar de passar mal o suficiente pra considerar ouvir Future na privada, a música seguinte foi So Haunted :D
Saindo do banheiro, estava na cara do palco e um degrau acima, e lá fiquei.
Tocou Out there on the ice, Feel the love, Need you now.

pet shop boys

Já faz duas semanas que teve o show do Pet Shop Boys e eu não consegui sentar para escrever. Mas o que importa é que foi hoje. Ou vai ser.

E foi incrível e mágico. O que faltou em cenário, em comparação com a turnê anterior, foi compensado em vídeo e telão. Aquele cuidado com a loucura artística está sempre lá.
Um espetáculo de música dançante é sempre incrível. Eu disse que o Pet Shop Boys era o Daft Punk dos anos 80, querendo dizer o contrário, claro.

E se um show incrível já é bom, ainda gostei de uma ou duas músicas das quais eu não conhecia: I'm not scared e alguma outra que eu tenho que procurar.
Esse vídeo da Argentina é estranho mas dá pra ter uma idéia do que foi Suburbia seguida por essa música.

It's a Sin é sempre um acerto, é uma música de dar inveja pra quem não criou ela e tem que ser tocada nos shows, e mesmo emendando Domino Dancing, Always on my mind e Go west depois, é dela que eu vou lembrar. Eu, chata, acho que os hits ficam melhor espalhados.

Eu amo/amei Love Etc.

Gostei muito de Rent, I wouldn't normally do this kind of thing foi bem engraçada, mas abrir com Opportunities foi impagável. Top 5 de abertura de show.

West End Girls no bis, a que sempre encerra e você pode contar com ela para sofrer menos no fim.


deixa o sal no mar

Tô encantada com o show de 30 anos dos Paralamas do Sucesso até agora. De estar procurando o áudio para baixar (e não achar).

Primeiro que a iluminação e os vídeos foram muito bem pensados para cada música. Todas tinham o nome, o ano e uma imagem do disco no início.

 Eles dividiram as músicas mais ou menos em blocos: primeiro o ska, depois o romântico, depois o reggae, depois o corno, o político, e no final um pouco de tudo. A vida como ela é em um só show.


Faltaram algumas, como Trac Trac e Uns Dias, mas teve outras que eu nunca tinha visto ao vivo, como Romance Ideal, Me Liga, Quase um Segundo, e Você. É, eu sou do bloco das músicas românticas, chorei rios.

Foi um show feliz de verdade, e de uma banda da qual não eu gosto como eu ouço muito e sempre. Algumas músicas vinham com aquela sensação de "nossa... escutei essa música 3 vezes semana passada", e outras com a sensação de "lembro dessa quando lançou e eu tinha 5 anos".

fim de semana do Cure e do tomate

O Show do The Cure, apesar de ter extendido o cansaço do Lollapalooza, teve uma coisa muito interessante: eles parearam as músicas do mesmo jeito que eu pareio.

Tocou In Between Days com Just Like Heaven;
Lullaby com Fascination Street;
The Lovecats com Caterpillar;
Let's go to bed com Why can'tI be you.

É lindo pra quem tem toc musical.

Apesar do show ter 3 horas e 20 e eu não conhecer metade das músicas, as que eu conhecia eram incríveis, principalmente Friday I'm in love, Close to me, Killing an Arab, Why can't I be you, Caterpillar e Fascination Street.

Depois descobri que passar uma meia hora no Hollyday Inn basta pra liberar o estacionamento do Anhembi.

No dia seguinte foram o Jonas e a Camila em casa cozinhar um absurdo de comida japonesa boa.

 E à tarde foi outra leva para jogar conversa fora e jogar Sleuth.

Na semana passada eu fiquei terminando duas temporadas de South Park, e nessa fiquei encaixotando as coisas de trabalho para a mudança da empresa.


Lollapalooza 2013 - melhores momentos

O festival da década passada, que celebrou todos os shows das minhas bandas favoritas que eu vi ao longo dos anos num só feriado. Se me contassem, eu não acreditava.
O show do Strokes em 2011 já era tinha um ar de bodas pra mim, aí o Lollapalooza agora fechou a festa.

Apesar de ter só garoado na sexta feira, a lama se fez presente todos os dias. Mesmo assim, eu estava de tênis e não de galocha, já tinha planejado passar esses três dias do jeito mais confortável.
Ainda assim, o dia em que eu estava mais cansada era o primeiro. Nenhum show superou a queda no consulado e a festa de família em casa, a ponto de eu não conseguir levantar o braço esquerdo.

Sexta feira chegamos no finalzinho do Cake, e entre o final desse show e o Passion Pit teve o show do Flaming Lips pra matar o peão, soando Jockey afora. Estava de doer.
Depois o Passion Pit estava divertido, mas o dia estava girando em torno do The Killers, então saí antes para achar um lugar. A idéia era melhor do que o lugar de fato, mas com o Killers, se você ama eles, eles te amam de volta. É 2013, terceiro show, e eu ainda fico em choque de estar lá.
Foi aí que eu comecei a ter a idéia para esse post.


The Killers em 2003 e 2013.

O CD novo funciona muito bem ao vivo, e depois de 4 CDs, só deixaram músicas que funcionam bem ao vivo. Faltaram músicas suficientes para ter outro show, mas ficaram Smile like you mean it, Human, Read my mind, Mr Brightside, que abriu o show, All these things, When you were young. 
Depois desses 3 dias, esse é o que eu estou pensando ainda.

Os três dias foram bem diferentes. Enquanto o primeiro era all about The Killers, o segundo era daqueles que o que eu fui ver deu errado e o que eu não fui ver deu certo. 
O Franz Ferdinand, eu não sei o que acontece, teve uma tragetória errada nos últimos tempos, que começou com o Tonight. Virou uma dificuldade. É ingresso contado em um, calor infernal em outro, museu lotado e gás de pimenta, e agora nesse show o som tava ruim demais. E eu continuo indo. 
Mas pelo menos pararam de tocar Lucid Dreams e voltaram a fazer o solo de bateria. Acho que deu o full circle agora. E melhor, juntaram I feel love com Outsiders no solo.
Fui me achando ali no meio com o Mário, e acabou muito divertido.

Franz Ferdinand em 2003 e 2013. Juro.

Ah sim, sábado foi o dia da Ginger Convention ainda. O show do Two Door Cinema Club foi uma delícia, e me fez começar a rankear os mais afinados do festival. Ficou assim:

1- Eddie Vedder (jammed!)
2- Mike Patton
3- Alex Trimble (Two Door Cinema Club)
4- Alexis Taylor (Hot Chip)
5- O cara do Perfect Circle

O Mike Patton, que me causou problemas com os fãs de Duran Duran, é incrível, não importa o que ele esteja cantando. Figura
Tomahawk foi o primeiro show do dia, e se fosse com qualquer outro cantor eu não ia ter curtido tanto.

Depois do Franz Ferdinand, as pessoas correram para o show do Queen of the Stone Age, que fez gente desistir de comer quando mandou No One Knows já no começo. Eu ouvi a máxima do dia: "Fulana, mas não vai colocar o patins hein? Espera a gente."
Eu, passeando por ali com o Mário e o Anderson, gostei do show! Do tipo troféu show surpresa do ano. Me senti enganada por todas as músicas famosas deles, não tinham nada a ver com o que eu estava ouvindo.
Deixamos o Anderson no show do guru espiritual e conselheiro dele, o Criolo, e fomos ver o que a banda do James Iha, A Perfect Circle, estava fazendo como penúltimo show da noite. 
As partes legais desse show eram a tranquilidade e escassez de gente, a afinação do vocalista, e os fatos que o Mário ficou puxando da wikipedia, mostrando que pessoas de várias bandas passaram ou saíram dali. 
E por fim, algumas músicas do Black Keys foram o suficiente pra gente dizer que viu e ver o final de casa pela tv.

O domingo. 
O domingo foi daqueles dias em que as bandas que vc foi ver eram muitas e ótimas. 
O Foals estava menos micareta, mas muito bom. Teve Olympic Airways. Bastou.
E aí veio um show que era o que eu mais queria ver, por motivos diferentes do Killers: o Kaiser Chiefs, que fez um dos melhores shows da vida no Terra de 2008.
Depois que passou o choque do Ricky Wilson estar 20 quilos mais magro (mentira, não passou até agora), foi um show que reacendeu a chama e conseguiu deixar até as músicas do último CD legais.
O Mário quando viu o tanto que ele corria pelo palco entendeu pelo menos como ele tinha emagrecido tanto rsrs.

 
 

Kaiser Chiefs em 2005 e 2013

Ficamos circulando um tempo durante o show do The "Raivis" até o show do Hot Chip, que foi aquela pérola dançante que eles sempre são nos shows. Nesse ainda tocaram minha música favorita, No Fit State, que eu nem sabia que eles tocavam ao vivo. 

Aí veio o show do Pearl Jam.

Foi tipo o fim do filme: todos juntos, se abraçando, as músicas favoritas de todo mundo, as olimpíadas do faustão na lama, as risadas, os discursos, e os covers.

 

Adoro o fim do filme.








final do 12 12 12

Paul McCartney chamou o Dave Grohl, Krist Novoselic e o Pat Smear para tocar uma música nova deles: Cut me some slack

Chris Martin cantou Loosing my Religion com Michael Stipe.

Roger Water chamou Eddie Veder pra cantar Confortably Numb, invalidando a versão original.

Bruce Springsteen e Jon Bon Jovi cantaram Born to Run.

Se isso fosse um reality show, o Brandon Flowers ia ser o host.

E ia chamar American Fan.