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eu só disse branco

Depois de 33 anos, depois de quase todo ano perguntar porque eu tenho medo de polvo, eu mencionei que o polvo era branco.
Que polvo branco?
O que me deu medo originalmente. É branco

Aparentemente me levaram numa viagem para Guaicá com 6 meses, que por acaso foi onde eu peguei pneumonia.
Que eu peguei pneumonia com 6 meses é batido já, mas nunca pensaram em contar onde eu peguei.
Era uma casa de praia chique, toda decorada de coisas de praia, quadros, claros e brancos, conchas e enfeites.

Jamais saberei, mas foi um grande avanço.

SEMPRE SOUBE

Not to freak you out or anything, but scientists have just revealed that octopuses are so weird they’re basically aliens.

The first full genome sequence shows of that octopuses (NOT octopi) are totally different from all other animals – and their genome shows a striking level of complexity with 33,000 protein-coding genes identified, more than in a human.

There we were thinking it was quite freaky enough when they learned how to open jam jars.

US researcher Dr Clifton Ragsdale, from the University of Chicago, said: "The octopus appears to be utterly different from all other animals, even other molluscs, with its eight prehensile arms, its large brain and its clever problem-solving abilities.

‘The late British zoologist Martin Wells said the octopus is an alien. In this sense, then, our paper describes the first sequenced genome from an alien.’





Octopuses: What even ARE they?

They inhabit every ocean at almost all depths and 

possess a range of features that call to mind sci-fi aliens.

These include prehensile sucker-lined tentacles, highly mobile, camera-like eyes sensitive to polarised light, sophisticated camouflage systems that alter skin colour and patterns, jet-propulsion, three hearts, and the ability to regenerate severed limbs.

The scientists estimate that the two-spot octopus genome contains 2.7 billion base pairs – the chemical units of DNA – with long stretches of repeated sequences.

sonho da pequena sereia

Eu sonhei que o desenho da pequena sereia era assim, e eu não lembrava. Tive a impressão de ter visto uma vez só no cinema e nunca mais, de tão diferente que era.
Era uma vez um galpão todo feio de pedra, e tinha um palco na frente, eram 4 blocos quadrados, unidos, elevados uns 3 metros, cada um com 1 metro quadrado.
E um povo vivia lá nesse galpão. Eu em dado momento parei de assistir o filme e fui parar ativamente dentro do galpão.
Um dia apareceu uma árvore pequena no canto direito do palco, tipo um limoeiro de tamanho, e de trás dela o chão afundou um pouquinho e começou a sair água da parede.
Encheu 1 metro de água o galpão, e as pessoas curtiram a idéia e começaram a nadar.
A água estava bem na frente do palco, mas tinha outros espaços menores e estruturas elevadas sem água.
Eu nesse momento estava lá em cima vendo tudo.

Vou fazer uma pausa aqui pra explicar porque eu sei as medidas das coisas. Eu sonhei depois desse sonho que tinha acordado dele, durante uma festa de ano novo igual à minha mas em outro lugar, outro apartamento, e peguei o celular para gravar o sonho no voice recorder. Fiquei um tempão andando sozinha pela festa procurando um lugar tranquilo. Lembro do Mário e da Fernanda. E de saber todas as medidas o.O
Não gravei de verdade infelizmente, mas ajudou muito.

Voltando, nesse momento apareceu a pequena sereia nadando, em formato de desenho animado mesmo, no meio dessa água. E a água era escura, não dava pra ver de onde tinha saído. Acho que foi nessa hora que eu subi pra uma rampa lá no alto, as coisas ficaram muito marítimas. Nessa rampa só tinha jornalistas, do uol, do omelete, etc.
A presença da pequena sereia atraiu um monte de gente pra água (menos os jornalistas), e entre elas um monte de gente ruim, que queria pegar a pequena sereia pra fazer autópsia ou pra comer, sei lá.
Então a árvore soltou uns raios na água e todo mundo que estava lá morreu, e um monte de gente em volta também. Acabou com a alegria da novidade.
A pequena sereia sumiu.
Então passou um longo tempo com aquela árvore soltando raios na água e matando gente desavisada, aterroziando o galpão, até que um dia, meu amigo, aparece chegando lá da outra ponta do galpão, que eu nem tinha visto ainda, onde ficaria a porta de entrada, nadando, o Poseidon, formato desenho da disney tm.
O próprio pai da pequena sereia, só que 10 vezes maior, chega com uma alegoria de ondas em desenho animado em volta, cruza o galpão e vai pra frente do palco.
Onde eu estava era tipo o setor de visão parcial de cima do palco, não enxergava a árvore inteira. Mas ele fez que fez, agitou tudo lá, e saiu pela porta da frente, deixando o lugar todo seco sem água nenhuma, e o bloco do palco em que a árvore estava sumiu, e ficou uma porta na altura do chão. Aberta. Como aquelas portas carvadas na parede. E ela dava para um corredor escuro.
O Poseidon disse que não era para ninguém entrar na porta jamais, e virou as costas e foi indo embora. Agora só tinha água na alegoria de desenho animado em volta dele.
Nesse momento, os jornalistas e eu nos olhamos com cara de acabou, vamos pra casa, quem quee ir pro happy hour. E eu desci pro chão. E vi o resto da história bem de perto.
Ele não flutuou 50 metros até a saída e já tinha gente pensando em entrar na porta.

Voltando um pouco, a noção que eu tive de dentro do sonho era que o que a árvore tinha feito era errado e de propósito para corromper as pessoas mais fracas do galpão, e a pequena sereia era parte do plano. Então ele chegou lá para acabar com a brincadeira de mal gosto da filha, como se não fosse nada muito sério, tipo "ai minha filha matou uns mortais de novo tsc tsc".
E ele mesmo de costas sentiu que tinha gente já querendo desobedecer o conselho dele, mesmo sem ninguém falar nada. Deuses, né.

Então, lá dá porta mesmo, ele soltou uma mágica do tridente que fez sumir a metade de baixo da parede ao lado direito dessa porta (porque o lado esquerdo era o resto do palco, que ainda estava erguido). Ah sim, o palco não ocupava a grande parede inteira em que estava, só o lado esquerdo dela. E a entrada, onde ele estava, era imediatamente oposta à esse lado sem palco da parede. Dessa entrada saía um sol absurdo.

E nesse buraco ele colocou uma cortina de espinhos gigantes, mas bem vazada, dava para ver tudo.
O que tinha, que era o caminho da portinha mística escura, era um corredor aberto, tipo a lateral de um prédio com uns entulhos, com uma esquina dobrando. E a distância dessa esquina do lado de lá era a mesma distância da parede para a porta do lado de dentro, só que lá era aberto e aqui era fechado. Podia ser uma realidade paralela espelhada. Mas

Na falta de uma, ainda assim, entraram umas 4 pessoas, pela porta, e o resto ficou olhando pela cortina de espinhos gigantes. Quando elas viraram a esquina, passou menos de um minuto, e umas sombras gigantes e com formas estranhas de algumas coisas que iam virar a esquina de volta se projetaram. E antes delas aparecerem eu pensei "abriram a caixa de pandora". E o sonho acabou.

Depois do sonho veio essa festa na qual eu fiquei gravando no celular o que tinha sido essa versão da disney de "A pequena sereia", e ainda depois eu sonhei com o curta que passava antes do filme.
Era um desenho do Tio Patinhas e do Mickey se perseguindo no mar, tipo gato e rato.
O Tio Patinhas imitava um polvo e o Mickey um tubarão, mas de um jeito muito engraçado.


octopus hug

Nesse dia das crianças, vou contar a história de como Sweetpea Sue, do programa infantil Pajanimals perdeu seu medo de polvo.

Sue estava vendo um livro que tinha a figura de um polvo

Ela achou horrível mas ficou tranquila porque sabia que aquilo não existia. Então o Squacky conta pra ela que infelizmente existe sim, mas que polvos são legais. 
Apesar disso, Sue não consegue ficar em paz mais, qualquer coisa no banho a assusta, e ela não consegue dormir. Então acorda os amigos, e eles decidem que o único jeito de resolver esse medo é levando Sue para o fundo do mar pra conhecer o polvo. 
Ressalto a veracidade do fato de que ela não quer ir. 
Mas eles vão. 
Chegando lá, não encontram nenhum polvo, então o pato começa a fazer a dança do polvo. Uma polva passa correndo e se esconde na concha


Sweetpea decide que é melhor ela ir falar com a polva em vez do Squacky continuar dançando. Ela respira fundo e vai. Diz que tem medo. A polva fica feliz, sai, e diz que ela também tem medo do pato dançante. Sue diz que não, que tem medo da polva, que pergunta o porquê.
Ela diz que é por causa dos vários braços e molengas, e a polva explica que  tem muitos braços molengas para dar abraços. Pergunta se a cavalinha quer um abraço, mas ela não tem certeza. 
Então todos cantam uma música.


A música do abraço do polvo. 
Então Sue aceita o abraço.


Eles voltam para o quarto no balão mágico e todos dormem felizes.
A polva aparece de novo para fazer um discurso sobre o episódio de hoje, recurso usado sempre no final dos episódios de pajanimals.


Ela diz que Sweetpea tinha muito medo de polvo, mas que quando conheceu um viu que não precisava mais temer.

Aonde estava esse desenho quando eu tinha dois ou três anos?
É igual à viagem de ayahuasca que eu tive, a cavalinha conversa com o polvo que tá foda, ele é feio. O polvo argumenta de volta que não precisa ser assim, e fica tudo bem entra os dois.