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the bell tolls

Quando eu li a manchete da notícia de que o Neil Peart ia se aposentar, pensei na mesma música que ele falou na entrevista. 
E também lembrei que eles tocaram ao vivo pela primeira vez nessa turnê

sonho do Alex Lifeson

Eu tive um sonho hilário, no qual eu era madrinha do Alex Lifeson com a menina do Arquivo X sobre o Jackass, que tem o Jesse do Breaking Bad.
Eles se conheceram numa trilha e se apaixonaram, e aparentemente eu tinha alguma coisa a ver com isso, então eles queria me contar como a vida estava maravilhosa

sonho do paraíso

Maluco o sonho que eu tive!

Descobriram um lugar paradisíaco secreto no qual dava pra chegar fazendo uma trilha do sítio. 
Então minha mãe chamou um monte de gente pra ir lá conhecer, e tb fazer churrasco na beira da piscina. 
Foi o primeiro grupo pra trilha e voltou falando que era muito difícil e perigoso chegar lá, tanto que não chegaram. E que tinha alguma entidade ruim no caminho errado, então não dava nem pra explorar muito.
Aí eu achei que era muita invenção da minha mãe e dos amigos e fui eu com um outro povo, mas cada um por si sem organizar nada.
O caminho era impossível de passar de chinelo e maiô e eu fiquei com medo de tentar dar a volta por causa da história, até achei que tinha sentido alguma coisa ruim.
Então eu me preparei pra ir de verdade, de tênis e cajado.

Fui mais longe, ficou mais difícil, e acabei vendo o diabo em pessoa, somente.
Era como eu imaginava que era a bruxa de blair no filme, mas homem, ou seja, era ruim.
Tanto que eu acordei com medo e com calor, nível polvo.

Aí anoiteceu no sonho e a minha tia falou que o único jeito de ir era de noite, com uma lanterna preta e uma branca, e não pisando fora do caminho. Tinha que ver onde era de longe e seguir.
Eu amarrei as lanternas do the strain que eu tinha, a branca e a preta, que eu tenho mesmo, do jeito certo e fui. A branca era diferente, mas eu não sei o que ela fazia porque cheguei lá em 1 segundo. 
O sonho nem se incomodou em mostrar como se chegava lá fazendo as coisas certas.

Aí sim, chegando lá, ou quase lá, dava pra ver que eram dois paraísos mas só dava pra chegar no da esquerda, que era tipo o almoxarifado do da direita. Esse sim tinha cara de paraíso, mas era de mentira e o diabo pegava quem ia pra ele.


O paraíso de verdade era um lugar escuro cheio de armários altos. Parecia o Makro. 
E o guardião dele era o Rush. 
Eles estavam lá e tinha uma miniaturas de metal deles muito legais espalhadas. 

De repente tudo começou a cair e entrar na Terra, e as pessoas que estavam lá começaram a fugir sem entender o que tinha acontecido com o paraíso. Mas o Geddy Lee me contou que aquilo fazia parte e acontecia todo dia, era a rotina do paraíso. 

Eu sei que depois disso eu fui mais um monte de vezes lá para conversar com o Rush e ver a destruição do paraíso. Virou minha atração turística. 

Tanto que eu fui parar em nova york com o Mário e fomos na casa do chinês buscar ele e a família para irem visitar o paraíso e ficar até a hora da decadência. 

perdi a data

Eu estava na espera do hospital, e começou a passar na tv uma matéria sobre os 70 anos da bomba de Nagazaki. Foi estranho porque geralmente, e mais estranhamento ainda, eu lembro do aniversário da bomba atômica, porque a Kiss fm toca Manhattan Project.

rolling stone ahazando

Não consegui ler outra coisa que não a Rolling Stone hoje. Me lembrou da vez em que eu arranquei uma página de uma Rolling Stone no cabeleireiro que tinha uma entrevista com o Brandon Flowers dizendo que era fã de Oingo Boingo.
Eu preciso estudar e não consigo parar de postar.
As manchetes e frases destacadas são um horror, mas as entrevistas e os artigos são fantásticos, com muito conhecimento de causa, e bem pesquisados.

***

Olha só, vejam vocês, o que não é a internet. Direto de novembro de 2006: Q&A with Brandon Flowers



"Jack wanted out of Halloween Town and at that time, I was ready to get out of Oingo Boingo and didn't know how. My band was my Halloween Town and coincidentally, we also performed every Halloween"


From Rush With Love



"Rush sometimes sounded like they had formed their entire style around that one heavy bit in the latter (Genesis) act's 'Watcher of the Skies'."




 "They are like my second Chic, says Rodgers"

another chance at victory






Eu estava arrasada essa semana, esse emprego me confunde muito quanto o que é pra eu fazer, e o que esperam, e o que esperam de verdade.
Então nessa quinta feira eu decidi que ia passar o dia focada, e foi um ótimo primeiro passo. Melhor do que eu esperava.

chain lightning

Estava voltando muito feliz da aula de canto hoje, a primeira pós viagem.
Voltei super enferrujada, e a professora contou que férias são boas, as pessoas voltam melhores porque o cérebro continua trabalhando, e foi só aquecer de volta.
Ela ainda falou uma coisa sobre associar o canto com a fal, que era o toim que estava faltando para eu associar os exercícios com o canto, porque eu pareço o kiko tendo aula de violão às vezes. Faço tudo certo e canto tudo errado. É difícil reaprender a usar sua garganta do jeito que você cantou a vida inteira. E hoje eu vi que não é tão diferente de uma fala esquisita. Enfim, funcionou pra mim.

Entrei no metrô querendo cantar Red Barchetta, mas não tinha no iTunes, então coloquei Chain Lightning, uma música na qual eu nunca tinha prestado atenção, muito por culpa do nome.
Chama chain lightning e fala sobre como as coisas abstratas se espalham como as forças da natureza.
Por exemplo:

Energy is contagious
Enthusiasm spreads
Tides respond to lunar gravitation
Everything turns in synchronous relation

Laughter is infectious
Excitement goes to my head
Winds are stirred by planets in rotation
Sparks ignite and spread new information

Hope is epidemic

Optimism spreads
Bitterness breeds irritation
Ignorance breeds imitation

Dreams are sometimes catching

Desire goes to my head
Love responds to your invitation
Love responds to imagination

Nunca dei bola pro refrão, achei que era uma parte poética sobre os versos, até que eu associei aquele momento pensando sobre a aula com o momento brilhante da música, e resto do refrão encaixou em outra ordem. Não são 3 grupos de duas frases, são 2 grupos de 3 frases

When the moment dies está ligado à frase seguinte, e não à anterior.
Então fica a parte da chuva de meteoro, aí são 3 frases: this moment may be brief/ but it can be so bright /reflected in another pair of eyes

E o outro grupo: when the moment dies/ spark still flies/ reflected in another pair of eyes

É óbvio que é assim, mas é cantado como se as duas frases do meio fossem juntas, e eu não entendia porque que refletido em outros olhos o momento morria. Marotagem pura.

string ensemble

Eu não sabia que a última turnê do Rush tinha um "string ensemble". Foi o que fez a minha sexta feira hoje.
Além das músicas do Clockwork Angles, eles acrescentarem cordas (porque o Rush não repagina nada rsrs) às algumas das minhas músicas favoritas: Dreamline, Red Sector A, Middletown Dreams e Manhattan Project, e também YYZ.
É muito bom gosto pra pouca gente na banda.


filhos do carnaval

Então dia 19 de novembro é aniversário do Thomas. Estive em dois desses na vida.
Dia 20 é aniversário do Júlio.
Dia 21 é aniversário da mãe do Mário.

E dia 22 é aniversário do show do Rush de 2002 :D

Aí, 21 e 22, em 2008 foram os prineiros shows do Duran Duran que eu vi.
21 em 2009 foi o show do Killers na chuva.
E em 2010 foi o do Paul McCartney. 

rush for indies


Eu tinha terminado o post sobre o Nick Mason, mas cruzei com essa resenha do show do Rush em Londres. E eu não entendi a vibe da resenha direito, mas achei bonitinha, até comentei no site. Parece que a pessoa que viu o show e escreveu a resenha é fã de Rush mas bateu a cabeça, acha que é o primeiro show que o Rush faz em 40 anos.

O show tem 3 horas (já faz tempo), a divisão em dois atos e um bis é incrível (e é sempre assim), o solo de bateria foi uma surpresa (e sempre tem), as músicas do 2112 eram super esperadas (elas até que são tocadas bastante), e os fãs ficaram surpresos com tudo isso (garanto que não).
Acho que ser fã de Rush é ser um pouco canadense, somos felizes e não estamos acostumados a ser o interesse da mídia.

É a primeira resenha do Rush que eu leio que diz que a voz do Geddy Lee é aguda. 

rush rush

Eu cheguei à conclusão de que não tem como o Rush ser ruim.
É a vida em uma só música, em muitas músicas.

Vou fazer uma coletânea de Rush Love Songs, e vai estar digna:

Open Secrets
Cold Fire
Alien Shore
Madrigal
Ghost of a Chance
Entre Nous
In the Mood
Tears

Neil Peart:


Os nascidos em 12 de setembro interessam-se pelo significado literal da palavra, tanto escrita quanto falada. Não somente interessam-se pelas palavras, como também pela linguagem e por vários tipos de comunicação. Pode-se dizer que adoram uma audiência atenta. Isso não implica que sejam muito efusivos — entendem a importância do controle. De fato, a maioria dos nascidos neste dia são, na verdade, pessoas calmas e reservadas. Extraordinariamente ativas e trabalhadoras, preferem, ocasionalmen- te, deixar suas ações falarem por elas, em lugar de usarem as palavras que tanto prezam.

máquina do tempo




Ontem eu revi pela primeira vez esse show, sendo a primeira a vez em que eu fui em 2010.
Foi quando eu decidi deixar o cabelo crescer.
Muita saudade desse show, fortes emoções.
Foi que nem um musical da Broadway

Eu não lembrava de ter presenciado Red Barchetta, devo ter passado a música inteira de olho fechado.

Difícil deixar esse post sem mais nenhum pensamento profundo ou uma música legal, só me vem amor no coração, então só para não perder o costume


top 5 final

Recentemente eu decidi que o The Clash entra na posição 5 do meu top 5 em vez do a ha, devido ao quesito "ir em qualquer lugar pra ver qualquer membro da banda de qualquer jeito".

Eu fui e fiquei no Glastonbury pra ver o Mick Jones, e não pretendo ir no show solo do Morten Harket, logo a lista está fechada sem muita ordem de preferência em:

Duran Duran
Talking Heads
Rush
Oingo Boingo
The Clash

headlong

Tudo começou quando  :P  a gente tava voltando do Rio no feriado e, como de costume, estávamos ouvindo o Backstage da Kiss FM, porque a gente sempre tá no carro aos domingos entre 22h e meia noite.

E na hora em que a gente chegou tava tocando o que parecia ser Rush, e eu fiquei encafifada.
Como podia estar tocando uma sequência de 5 músicas do Rush e eu não conhecer nenhuma?
Porque eram do álbum novo!
Mas juro que eu fiquei.

Dois dias depois saiu o álbum novo, e eu baixei, e dois dias depois anunciaram que Headlong Flight ia ser o primeiro single, o que me deixou muito feliz porque eu gostei muito da música, e é raro estar em sintonia com os singles hoje em dia.

Aí dois dias depois eu ganhei o cd de dia dos namorados.
E dois dias depois, que é agora, eu vi esse clipe.

Eu acho impressionante como o Rush consegue fazer músicas tão jovens e intensas tendo 60 anos de idade e sendo canadenses.
Essa palavra "headlong" eu só conheço por causa de outra música do Rush, a Between sun and moon, onde ela é usada com race, "just need a break from the headlong race".

A música diz "some days were bright, some nights were bright, I wish that I could live it all again".
Engraçado né.
E vai de encontro com a sensação que eu tive ontem no encontro da 2001, sobre o famigerado churrasco na casa do Mário.

Eu lembro de gente que eu só vi lá na vida, gente que não lembra de mim, gente que eu não lembro e lembra de mim. Eu mal lembro de mim.


meu top 5

Fique feliz outro dia, fechei meu top 5 de banda, depois de muito ponderar.
Não tem uma ordem, vou por na cronológica:

Duran Duran
a-ha
Talking Heads
Rush
Oingo Boingo

O critério foi: "ouço seu nome e compro o ingresso sem pensar"
Nem em preço, lugar, ou se é show ou flip rsrs

!

Voltei pra casa lesando no Rush, ano que vem vai fazer 10 anos que eu gosto de Rush, e de repente, tudo fez sentido!

O Evangelion, o campo A. T., o ano inteiro de 2005, a telepatia, o quanto eu me fodo, o quanto eu tô pouco me fudendo, tudo e todos.

E tava tudo ali na minha frente o tempo todo, bastava eu juntar uma coisa que me disseram em 2005, com o modo que eu venho cada vez mais agindo na vida desde essa época, com uma coisa que eu desenvolvi por causa disso!

from first to last

play

Eu tive um momento hoje.
Vim pro trabalho como eu faço todo dia, mesmo caminho, mesmo esquema.

Vim ouvindo Rush por necessidade.
O que é uma coisa que só um fã de Rush devotado porém ocasional que nem eu entende, quando você tá cansado de brincar e quer ouvir a música dos adultos, quer a perpectiva de mundo dos fodões.
E fui direto em The Analog Kid, que ironicamente é sobre um menino e nada fodão.

Rush não é pra qualquer um nem pra qualquer hora.

Cheguei, subi, dei oi pra moça, entrei na ilha.

Aí veio um "não."

Saí da ilha, desci, não falei com ninguém e fui pra rua.

Sabe?
Naturalmente segui pra quitanda.
Comprei alguma coisa pra comer, voltei e comecei tudo de novo.